DESTAQUES 2011

31/12/2011 20:00

 


RETROSPECTIVA 2011

UM ANO PRA MARCAR E MUDAR OS RUMOS DA HISTÓRIA 

Por Dinoráh Rubim, em 31.12.2011

Talvez essa seja uma boa definição para 2011. Um ano de grandes transformações, acontecimentos desafiantes, mudanças significativas e catástrofes naturais. Um ano Estarrecedor! Sem dúvida é um ano para marcar e mudar os rumos da História.

Um ano de quedas e rupturas. O mundo árabe viu ruir algumas de suas ditaduras e sacolejar várias outras, em movimentos iniciados na Tunísia e que se espalharam pelo Oriente Médio e norte da África. Tunísia, Egito, Síria, Líbia e Iêmen gritaram por liberdade. O povo foi às ruas desafiando ditaduras de décadas. Derrubaram os governos, mas continuam na luta por uma verdadeira transição democrática.

O ditador Muammar Kadafi, depois de 42 anos de governo, foi brutalmente assassinado (outubro), como um brado de fúria do povo Líbano.

Essas insurreições seriam a Primavera árabe?  O florir de regimes democráticos ou o renascer de governos tiranos?

No Oriente Médio, a ONU posiciona-se contra a criação de um Estado Palestino. Tensão!

 

caça a Osama Bin Laden teve fim com seu assassinato por soldados norte-americanos (maio), sendo anunciada por Barak Obama, como um troféu conquistado pelos EUA, depois de quase 10 anos de perseguição, iniciada logo após os atentados de 11 de setembro. O povo foi às ruas e comemorou como uma “conquista da copa do mundo”, para o bem entender brasileiro. O corpo do terrorista foi lançado ao mar.

 

Falando em Obama, o mesmo e sua família (esposa e duas filhas) desembarcaram no Brasil em 19 março, para sua 1ª visita oficial ao país. O Presidente esbanjou simpatia, ensaiou expressões em português, visitou comunidades carentes e ensaiou embaixadinhas com uma bola. Intenção?  Essa ficou mais confusa que seu português ...

 

Lamentamos e choramos as tragédias naturais que atingiram o mundo. Em especial o Tsunami no Japão (11 de março), um maremoto de magnitude 9 arrasou o nordeste do país, causando uma onde gigante de destruição e terror.  Na Usina Nuclear de Fukushima 04 radiadores explodiram. O pânico da radiação assolou o país. Mais de 11 mil pessoas morreram.

Terremotos destruíram cidades na Turquia (outubro), Nova Zelândia (fevereiro), e mataram outras centenas.

Tornados nos EUA (abril) e Filipinas (dezembro) varreram a vida de milhares.

No Brasil, as chuvas e as enchentes novamente levaram vários pontos do país a situações calamitosas. Iniciou-se em 11 de janeiro de 2011, com as trágicas enchestes e deslizamentos na região Serrana do Rio de Janeiro. As cidades mais afetadas foram Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. Os serviços governamentais contabilizaram 916 mortes e mais de 35 mil pessoas desalojadas. Dor, pânico e destruição.

 

Ocorreram também as tragédias orquestradas por mentes humanas:  Noruega, Oslo (Julho),  tristeza e medo no país da paz. Fanático Anders Behring Breivik, de 32 anos, mata 92 pessoas, no que pode ser considerado o mais mortífero ataque de um atirador solitário em qualquer lugar nos tempos modernos.

No Brasil, massacre na escola em Realengo-RJ (Abril), 11 adolescentes assassinados, por jovem lunático.

 

No Brasil, vivenciamos o primeiro ano do mandato de Dilma Rousseff, a primeira mulher a comandar o Executivo Federal de nossa História.  Enfrentou crises e desestruturações ministeriais. Época de colocar a casa em ordem. Faxina?  Palavra muito utilizada, mas será que realmente aplicada?

No ano em que o Cristo redentor completou 80 anos, a Rocinha ganhou o presente da pacificação (novembro). Esperamos seja contínua.

E apesar da crise mundial, o Brasil fechou o ano como a 6ª economia mundial, superando os britânicos. Mas o aparente desenvolvimento não diminuiu as desigualdades, nem os graves problemas históricos na educação e saúde. Ainda há muito que conquistar. Mas fechar o ano, dividindo lugar entre os poderosos da vez, como EUA, China, Japão, Alemanha, França, Brasil e Grã-Bretanha; é sem dúvida,  motivo de erguer a cabeça e desfilar bonito entre os poderosos do 1º Escalão.  Brasil ganha respeito e créditos em decisões dessa cúpula.  Lugar importante.

 

No entanto, tal colocação não seria possível se o pré-adolescente que acaba de completar 10 anos de idade, o “Euro”,  não fechasse o ano muito doente, e até “moribundo” para alguns, que apostam que ele não alcançará a fase adulta.  A crise econômica européia preocupa o mundo.

Afinal, 2011 foi um ano dramático para a economia mundial.

EUA, atravessou uma grave crise econômica, iniciada em 2008 e sofreu rebaixamento da nota de crédito pela agência Standard & Poor’'s. A agência de avaliação de risco S&P reduziu a nota da dívida pública dos Estados Unidos, algo inédito na história. A qualificação do crédito americano de longo prazo passou da nota máxima "AAA" para "AA+", diante da crescente dívida e do pesado déficit no orçamento.   O Brasil é um dos países que mais detêm títulos da dívida dos Estados Unidos, com quase US$ 200 bilhões em papeis. O calote americano, seria um prejuízo dramático para os nossos cofres.

Europa endividada.  Irlanda, Portugal, Espanha, Itália, Grécia pedem ajuda, passam o pires e suplicam moedas. Quem diria?!  Alemanha, o país rico e forte da União Européia não aceita “bancar” as dívidas. Desentendimentos no Velho Mundo.

 

Os amantes da tecnologia choraram a morte do gênio Steve Jobs, entre outras celebridades que saíram de cena neste ano. Sem dúvida, o gênio que revolucionou a utilização do computador e outros aplicativos, deixou um vazio notório. Silêncio!

 

Mas não só de tragédias e crises se alimentou 2011. Em um clima de “conto de fadas” em pleno século XXI, meio mundo parou em 29 de abril, para espiar o requinte, a tradição e a pompa da realeza britânica, no casamento do príncipe William com a plebéia “rica” Kate. Um espetáculo que parecia estar à parte desse ano em plena ebulição política e econômica. Onde nada parecia estar se encaixando, foi feita uma pausa para a celebração do amor, no mais alto estilo real. Sair da realidade, em um ano como 2011, pareceu um certo oásis, uma pausa rápida para recarregar as baterias.

 

Pra arrematar o ano, a ditadura mais fechada do mundo, se abriu  para comunicar a morte de “Kim Jong-il” em 17 de dezembro,    ditador  norte-coreano há 17 anos.  O mundo assistiu atônito as cenas da TV estatal que mostrava o povo norte-coreano em prantos copiosos, desolados pela morte do líder, um luto desesperador e estranho aos olhos ocidentais.

LUTO, talvez essa seja uma palavra em evidência em 2011. Mortes de ilustres personalidades, amadas ou odiadas, regimes detonados, catástrofes estarrecedoras.

 

Enfim, 2011 fecha hoje seu repertório desejando não ser esquecido. Um ano que trouxe fatos suficientes para mudar significativamente os rumos da história de várias nações, e neste contexto de globalização, onde quase tudo se pretende conectado, para interferir nos rumos de tudo e todos.

Sem dúvida, 2011 foi um ano incomum, um “ano de extremos”: destruição e reconstrução.

A disputa pelo poder, a ganância humana, vem deteriorando e complicando o curso da história mundial há séculos. Esse ano, a Primavera dos Árabes deu um primeiro passo contra isso. É algo a ser apoiado pelo ocidente. É momento de união e parceria.  Basta saber se o “bicho homem” será capaz de compreender o curso correto que a humanidade deve dar a história.  É necessário saber passar por cima de certos interesses. E sinceramente, analisando a história ao longo dos últimos séculos, não vejo esperança em parcerias realmente focadas no bem comum.

 

Quanto às mudanças que todo o reboliço de acontecimentos de 2011 levantou, esperamos que 2012 venha com boas respostas a esse futuro temeroso e incerto. Afinal, a esperança sempre se renova nessa época de virada. Então brindamos a “Esperança” de que todas as coisas possam realmente melhorar.

Utopia?  Ah, deixa 2012 responder!

2012,  venha em paz e traga as respostas a tantas interrogações levantadas em 2011!

 

 

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DEZEMBRO  DE 2011

 MORRE UM DITADOR “SOCIALISTA” 

Por  Dinoráh Rubim

         

“O povo diz adeus ao nosso pai e general com uma tristeza infinita”, escreveu na capa o Rodong Sinmun, o principal jornal norte-coreano. 

Será esse o real sentimento entre a maioria dos norte-coreanos?

 

Segundo a imprensa oficial, Kim Jong-il morreu no sábado (17 de dezembro de 2011), aos 69 anos, de ataque cardíaco. Ele estava no trem de luxo que costuma usar.

Com um estilo excêntrico, para não dizer “esquisito”, Kim Jong-il comandou a Coréia do Norte por 17 anos, e fez do faminto país uma potencia nuclear. Com postura militarista, o ditador construiu um exército poderoso, ditos por alguns, ser o quarto maior do Planeta, isso em um país carente de assistência social básica. Ele transformou a Coréia do Norte em um país com capacidade nuclear, mas com uma economia destroçada e crises de fome cíclicas.

Segundo organizações sul-coreanas, mais de 3 milhões de pessoas morreram de fome na Coréia de Norte desde a década de 90, depois do fim da União Soviética, que sustentava o país.

Diante de tudo, em uma coisa temos que concordar, nem de longe, a Coréia do Norte era exemplo de sistema socialista de Governo. Essa pregação utilizada pelo governo ditatorial já tinha morrido há anos, antes mesmo do fim da URSS.

A morte de Kim Jong-il  ocorreu dia 17/12 (Sábado) e o sepultamento ocorreu no dia 29/12 (quinta-feira) sob neve e forte lamento do povo, segundo demonstrado pela TV Estatal norte-coreana (KCTV). Seu corpo foi exibido durante nove dias no Palácio Memorial de Kumsusan, depois houve o cortejo fúnebre  pelas ruas de Pyongyang, sob copioso choro popular.  À direita do carro que transportava o caixão caminhava Kim Jong-un, o filho mais novo e sucessor de Kim Jong-il. Nenhuma delegação estrangeira foi convidada a participar do funeral. 

Incrível, acreditar nas imagens mostradas pela TV estatal.  Como uma política de exaltação de líder poder funcionar tão efetivamente em pleno século XXI?  Manipulação de mentes, que chegavam a “endeusar” um líder que não conseguia proporcionar o mínimo necessário de sobrevivência digna. Promessas vazias, pressões, ilusões.

Difícil entender o poder de persuasão de ditaduras severas como a de Hitler, Mussolini, Stalin, ou mais moderadas, mas não menos arbitrárias, como a de Getúlio. Muitos acham que o sucesso de tanto domínio deveu-se a época mais atrasada em que ocorreram, se comparada a atualidade,  ou a falta de comunicação e informação. 

Pois é, essa mobilização popular diante da morte de Kim Jong-il, ressalta que “ditadura”, independente da época histórica, poderá sempre ocorrer. O que vale é o poder de domínio dos meios de comunicação, a repressão, a censura, a propaganda e a educação manipulada.  A receita é sempre a mesma, e se feita com zelo, o resultado será sempre a incontestável dominação tirânica.

Claro que fica a incógnita: será que todo o povo faminto chorou de tristeza pela morte do seu líder? Duvido se não houve o grupo que chorou copiosamente de alegria. Se bem, que eles passarão, ao que tudo indica, apenas por uma fase de transição de governo, muda-se o protagonista, mas o roteiro da peça permanece o mesmo: ditadura.

A partir de agora, os norte-coreanos serão comandados pelo filho mais novo do ditador, Kim Jong-un, que ainda não completou 30 anos, que será assessorado por um seleto grupo do governo. O filho mais velho havia caído em “desgraça” e perdido o direito, após entrar no Japão com passaporte falso.

A preocupação iminente é de como ficará o relacionamento com a vizinha Coréia do Sul, que mantém relações cortadas desde 1953, no final da Guerra entre as duas Coréias. O clima é de suspense e alerta na região.

 

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OUTUBRO DE 2011

Um mês de perdas de personagens de destaque na História Mundial :  Steve Jobs e Muammar Kadafi.  Que antagonismo!  De um lado o mundo chorou e lamentou profundamente a morte prematura de um gênio da tecnologia (Steve Jobs) e do outro, comemorou o falecimento tardio do ditador líbano, Muammar Kadafi.

Duas vidas, duas histórias que marcaram o mundo de maneira tão distinta.  Um será lembrado pelo bem que fez, e pelos feitos de seus atos  influenciarão gerações. O outro será lembrado pela ganância e egoísmo e principalmente pelo ódio de milhares que conquistou! 

Nunca será possível entender a natureza humana!

 

20/10, A MORTE DE UM DITADOR - KADAFI

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 Dinoráh Rubim

Ficheiro:Muammar al-Gaddafi at the AU summit.jpg 

A morte de Muammar Kadafi, aos 69 anos, nesta quinta-feira, 20 de outubro de 2011, põe fim há 42 anos de ditadura na Líbia; seguindo uma onda de derrubada de antigas didaturas, que este ano atingiram a Tunísia e o Egito. Motivados por tais acontecimentos,  os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país em fevereiro para contestar o governo do coronel Muammar Kadafi, no comando desde a revolução de 1969. Rapidamente, no entanto, os protestos evoluíram para uma guerra civil pelo controle de cidades estratégicas de leste a oeste do país. Kadafi perdeu o controle de boa parte da Líbia, que foi assumido por um Governo Provisório (CNT - Conselho Nacional de Transição).  Em de agosto, após quase sete meses de combates, bombardeios, avanços e recuos, os rebeldes iniciaram a tomada de Trípoli, colocandoa Era Kadafi em xeque.  Estima-se que até cerca de 20 mil pessoas tenham morrido nesta Insurreição.

A morte de Kadafi, em circusnstâncias ainda não muito claras,  está sendo associada a um tiroteio na cidade de Sirte (terra natal do coronel) entre forças pró-Kadafi e combatentes do CNT. O ditador morreu com um tiro na cabeça e seu corpo foi levado pelos rebeldes e entregue ao CNT que o enterrará, segundo as tradições islâmicas, em local sigiloso, procurando evitar peregrinações de seguidores de Kadafi.

Hoje o "mundo" comemora a morte de Kadafi, e muitos líderes de Estado,  pronunciaram-se demonstrando seu "alívio" pela morte do ex-ditador líbio. Estranho lembrar, que muitos desses líderes, há tempos atrás, o recepcionaram com as honras de Estado; seria por ignorância ou por interesse no petróleo líbio?

Sem dúvidas, é motivo de alívio acabar com anos de assassinatos, censura, ditadura, desmandos, exploração e opressão política e social. Kadafi foi um facínora, isso não se discute. Porém, a simples morte  é uma pena muito branda para quem cometeu tantos crimes, torturou, assassinou e destruiu tantas famílias ao longo dos vários anos de ditadura. Ele deveria ter sido julgado e condenado a prisão e torturas. Uma vida de dores era uma castigo mais justo que a morte.

Contudo, a Líbia vive hoje o clima de "Revolução". Comemora-se o fim de uma "ERA" de opressão.  Espera-se que se inaugure um tempo de democracia e paz para aquele povo. Porém, a realidade é que facções divergentes passam a "disputar" o poder.  Agora é esperar para ver o rumo que essa HISTÒRIA vai tomar!

Sorte ao povo  líbio nesse período de transição! 

 

05/10,  A MORTE DE UM GÊNIO - STEVE JOBS 

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 Dinoráh Rubim

Steve Jobs, diretor da Apple, demonstrando algumas de suas invenções que revolucionou o cotidiano de bilhões de pessoas pelo mundo:

computador pessoal (1975-77); iPod (2001); iPhone (2007); iPad (2010).  O mundo não seria mais o mesmo depois de jobs!  

Aos 56 anos (1955-2011), Steve Jobs deixa o mundo vítima de consequências de um câncer no pâncreas. Norte-americano, filho adotivo, não fez faculdade, mais é exemplo e fonte de inspiração de milhares de jovens universitários e profissionais. Sua genialidade o fez, em sua breve passagem pelo mundo, realizar seu desejo:  "QUERO DEIXAR UMA MARCA NO UNIVERSO". E ele deixou. Diretor da Apple, conseguiu com sua resumida equipe, colocá-la no topo empresarial,  alternando-se com a Exxon no posto de empresa mais valiosa do mundo. Sem dúvidas, os efeitos de suas invenções serão sentidas por muitas gerações, e a história mundial sempre o reverenciará como um grande gênio deste século. O homem que sonhou, ousou e conseguiu unir arte e teconologia.

Sem Jobs, provavelmente os computadores seriam piores, brutamontes, mais caros e mais toscos; a telefonia celular, a computação gráfica e a indústria de fonográfica mais atrasadas. Com certeza, o mundo seria mais pobre se não tívessemos acesso às invenções dele.  Em junho de 2011, Jobs anunciou iCloud (sincronização de dispositivos eletrônicos); e deixou outros inventos para serem desenvolvidos pela Apple. Uma pessoa que definitivamente não quer ser esquecida.

GÊNIOS são personagens que vem ao mundo exporadicamente. São pessoas criativas, instintivas, originais, simples e extraordinariamente inesquecíveis! Jobs entra para a História ao lado de grandes inventores que modificaram o modo de vida de sua época, como: Leonardo da Vinci; Thomas Edison; Graham Bell; Henry Ford; Einstein e poucos outros.

 Algumas de suas célebres frases:

“Estamos apostando na nossa visão. Preferimos fazer isso a fabricar produtos iguais aos outros. Vamos deixar outras empresas fazerem isso. Para nós, o objetivo é sempre o próximo sonho.”  Declaração à imprensa no lançamento do Macintosh, em janeiro de 1984

“Eu trocaria toda a minha tecnologia por uma tarde na companhia de Sócrates.”   Newsweek, outubro de 2001

“Você quer passar o resto da vida vendendo água com açúcar ou quer ter uma chance de mudar o mundo?”  Frase dita para convencer John Sculley a deixar a Pepsi para se tornar CEO da Apple, em 1983. Está na autobiografia de Sculley.

"A simplicidade é a máxima sofisticação". (Simplicidade que resulta das complexidades) "Dá muito trabalho, fazer coisas simples e chegar a soluções elegantes."

"Aprenda com os erros - E jamais pare de errar."

"Nós não temos chance de fazer muita coisa. A vida é breve (...) E todos nós escolhemos o que fazer com as nossas vidas. Então é melhor que seja muito bom. É melhor valer a pena."

"Ser o homem mais rico do cemitério não importa pra mim ... ir para a cama à noite, dizendo que fizemos algo maravilhoso ... É isso que importa para mim."

Durma em paz, Steve, você deixou muitas coisas maravilhosas para a humanidade!  

 

SETEMBRO DE 2011

10 ANOS DO MAIOR ATENTADO TERRORISTA DA HISTÓRIA

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 Dinoráh Rubim 

     

Hoje, 11 de setembro de 2011,  o mundo relembra os 10 anos do maior atentado terrorista da História:  o ataque aos EUA - às Torres Gêmeas World Trade Center e ao Pentágono. Um plano audacioso montado pelo grupo terrorista Al Qaeda, audacioso e incrivelmente Trágico. O grupo ousou afrontar o "gigante" dentro dos seus domínios,  pela primeira vez os norte-americanos sentiram "no solo", o pavor de uma guerra;  que mostrou ao mundo que a maior potência bélica mundial, não era invencível e muito menos tão bem estruturada como os filmes e o governo insitentemente tentam demonstrar.  Foi algo impressionante e marcante,  quase impossível uma pessoa não lembrar o que estava fazendo naquela manhã do dia 11 de setembro de 2001; quando o mundo parou para acompanhar pela TV a queda das Torres e o pentágono em chamas.  Quase 3.000 vidas foram perdidas naquele dia; e as consequências foram terríveis;  o dobro de vidas se perderam nas intervenções militares dos EUA ao Afeganistão e ao Iraque na "Guerra contra o Terrorrismo";  trilhões de dólares foram gastos e crises econômicas desencadeadas. Bin Laden chamou atenção do mundo;  era o grito de raiva de grupos extremistas árabes contra o Ocidente. O consolo dos norte-americanos é saber que o líder do horror está morto, depois de quase 10 anos de caçada. Resta hoje, o respeito a memória das vítimas que morreram não só no atentado, mas nas ações indiretamente provacadas por ele. No local exato das Torres Gêmeas, foram contruídos dois memoriais em forma de lagos com quedas de águas em suas margens, como representação do choro contínuo dos EUA pela perda das vidas de vários compatriotas, e também pela vulnerabilidade a que foram expostos mundialmente; e que teram que carregar pra sempre em sua História. Impossível apagar, impossível esquecer! 

 

 

MAIO DE 2011

ENFIM, "ELES" CONSEGUIRAM ...

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 Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/obama-confirma-morte-de-osama-bin-laden.html

 

EUA anunciam a morte do terrorista Osama Bin Laden no Paquistão, 02 de maio: O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou em pronunciamento na TV na madrugada desta segunda-feira (2) a morte de Osama bin Laden, líder da rede terrorista da al-Qaeda, responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, que mataram cerca de 3.000 pessoas.

 De acordo com Obama, a morte foi consequência de uma ação de inteligência do Exército norte-americano em parceria com o governo do Paquistão, que localizou o terrorista, que tinha entre 53 e 54 anos,  durante a semana passada.

 

"Apesar de Bin Laden estar morto, a al-Qaeda não está", disse o diretor da principal agência de espionagem dos EUA, Leon Panetta. "Os terroristas quase certamente vão tentar vingá-lo, e nos devemos -e vamos- permanecer vigilantes e resolutos."
 

 

ABRIL  DE 2011

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11 DE ABRIL DE 2011 - LUTO NO CAMPUS DE ALEGRE -ES

Num acidente nesta segunda-feira, perdemos o professor e amigo CARLOS JOSÉ COELHO DOS SANTOS (CASÉ) 
A verdade é que nenhum amigo deveria ter permissão de partir sem o consentimento da gente!
Depois, quem explica esse buraco que a ausência (bruta ausência) deixa no peito?
Paz, amigo!
 
(Palavras de Erivelton e de todo o IFES)

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07 DE ABRIL DE 2011 - 11 ADOLESCENTES MORTOS EM UMA ESCOLA EM REALENGO - RJ

Fonte:   http://noticiasdestaque.blogspot.com/2011_04_01_archive.html

 

MASSACRE EM REALENGO, 07 DE ABRIL:   Por volta das 8:30 desta quinta-feira (7), um homem identificado como Wellington Menezes de Oliveira, 23, entrou armado em uma escola municipal na Zona Oeste do Rio de Janeiro e abriu fogo contra alunos, deixando 11 mortos e 13 feridos.

 

 Wellington era ex-aluno da instituição. Conhecido no local, entrou falando que daria uma palestra e até conversou com uma ex-professora, por quem foi reconhecido, antes de começar o atentado. Ele estava bem vestido e carregava uma mochila onde se encontravam dois revólveres calibre 38 de rápido recarregamento e muita munição. Na sala onde efetuou os primeiros disparos, um garoto, mesmo ferido, conseguiu fugir e pedir socorro à um policial militar, Márcio Alves, que se encontrava por perto em uma blitz. Este foi até o estabelecimento, encontrou o criminoso no segundo andar e acertou-o com um disparo na perna. Logo em seguida, Wellington cometeu suicídio.

 

 

MARÇO DE 2011

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Maior dinossauro brasileiro, achado no Maranhão, é comparável ao T. Rex

Fonte: http://www.jornalpequeno.com.br / http://noticias.r7.com

Cientistas brasileiros anunciaram na manhã desta quarta-feira (16/03/2011) a descoberta de diversas novas espécies pré-históricas em território brasileiro, entre elas um dinossauro, o maior já encontrado no país. Os pesquisadores também mostraram os fósseis de um lagarto e de um crocodilomorfo. (...)

A Ilha do Cajual, no Maranhão, guarda um tesouro: esqueletos de dinossauros. Entre eles, o Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro já encontrado no Brasil. A ilha guardou o grande dinossauro por cerca de  95 a 110  milhões de anos.

“Em termos de tamanho, o Oxalaia quilombensis é comparável ao Tiranossauro Rex. Ele tinha algo em torno de 12 a 14 metros de comprimento, da ponta do focinho até a ponta da cauda. Em termos de altura, em torno de 4,5 metros a 5 metros. O peso devia ser algo em torno de 5 a 7 toneladas”, explica o paleontólogo Alexander Kellner, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). (...)

No local, foi encontrada a mandíbula do maior dinossauro carnívoro do Brasil. O Oxalaia quilombensis é uma espécie africana, o que é mais uma evidência de que um dia os continentes foram um só, a Pangéia. Segundo a teoria da deriva continental, grandes terremotos separaram os continentes.    (...)   Existe uma cultura de que o Brasil não faz ciência. É importante que uma iniciativa como essa seja feita não só na área paleontológica como em outras áreas da ciência, ajudando a divulgar a pesquisa brasileira.

 

TERREMOTO E TSUNAMI NO JAPÃO

 Número de mortos na tragédia do Japão chega a 9.700

Fonte: http://noticias.r7.com/internacional/noticias

O número de mortos em consequência do terremoto e do tsunami do dia 11 de março no Japão subiu para 9.700. Os desaparecidos somam 16.501, de acordo com o último boletim da Polícia japonesa.

 Treze dias depois do terremoto de 9 graus no litoral nordeste do Japão, o pior desastre natural no país após a Segunda Guerra Mundial, a previsão é que o número de vítimas ainda aumente, enquanto se tenta reconstruir as estruturas danificadas para atender aos desabrigados. Cerca de 200 mil pessoas deixaram suas casas e estão vivendo provisoriamente em um dos 2.000 abrigos oferecidos pelo governo.

Segundo os números oficiais, em Miyagi houve 5.714 mortos, além de 2.939 em Iwate e 812 em Fukushima, enquanto os desaparecidos são contados aos milhares nessas três Províncias, as mais devastadas.

A emissora de TV NHK disse que o menor número de vítimas na província de Fukushima pode ser explicado pela suspensão das tarefas de busca no perímetro de evacuação de 20 km ao redor da instável usina nuclear de Fukushima Daiichi.

(...)Desde o terremoto do dia 11, o Japão é atingido por fortes réplicas e em praticamente todos os dias há um tremor de mais de 6 graus na escala Richter.

 

 

FEVEREIRO DE 2011

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  Fonte:  Estadão.com.br

TENSÃO NO EGITO: O ditador egípcio, Hosni Mubarak, renunciou nesta sexta-feira, 11, ao cargo após 30 anos no poder. Ele sucumbiu a 18 dias de maciços protestos populares, desencadeados por uma onda de insatisfação com a economia e a corrupção, e inspiradas pela Revolução de Jasmin, que derrubou o ditador da Tunísia Zine Ben Ali. O Conselho Supremo do Exército, sob comando o ministro da Defesa Mohammed Hussein Tantawi, de 79 anos, liderará o país durante a transição para a democracia.

 

 

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